Povo de Rohan



Os Rohirrim, o povo de Rohan, viviam isolados do resto do mundo, não queriam saber de alianças, pois já não acreditavam nelas. Eram guerreiros leais, combatentes temíveis. Usavam lanças compridas e escudos, como armas e além disso os seus cavalos eram velozes. E era essa a grande arma de Rohan: os seus cavalos. Tinham uma cavalaria poderosa, muito bem treinada e temível. Os Rohirrim são todos cavaleiros, conseguiram viver por mérito próprio, graças á sua força, inteligência, coragem e perícia na arte da cavalaria.


Rohan é um reino localizado ao Sul das Montanhas Sombrias, norte de Gondor e noroeste de Mordor.
Seus habitantes são conhecidos como Senhores dos Cavalos, pois os cavalos de Rohan são belos e fortes, e os rohirrim os cavalgam com maestria. Rohan foi, desde sua criação, aliada do reino de Gondor, e essas duas nações se auxiliam em momentos de crise.
A capital de Rohan é a cidade de Edoras, e durante o final da Terceira Era foi governada pelo Rei Théoden, época na qual Rohan se envolveu ativamente nas guerras que culminaram com a derrota de Sauron e com o final da Terceira Era.


As terras de Rohan são compostas por vastas planícies e baixas colinas, geralmente cobertas por pastagens, ideais para a criação de cavalos e rebanhos e para fazendas. No extremo leste, próximo ao Anduin, as terras são pantanosas, e a oeste o terreno apresenta mais colinas e charnecas. Ao norte, há a Floresta de Fangorn, a qual os rohirrim evitam a todo custo.
Os povos de Gondor e Rohan tinham um parentesco distante. O nome rohirrim é um termo sindarin para Senhores dos Cavalos, e era geralmente usado por estrangeiros, pois eles costumavam chamar a si mesmos de Eorlingas, em homenagem ao seu primeiro rei Eorl, o Jovem.
Os homens de Rohan são descritos como altos e belos, com pele e olhos claros. Os cabelos em tons de dourado eram presos em longas tranças. Seus rostos eram austeros e argutos. Quase todos os homens usavam barba.


Dentre suas várias peculiaridades, os exércitos de Rohan são mais conhecidos pelo fato de serem constituídos por cavaleiros montados em fabulosos cavalos, e dominam essa arte tão bem que são fortemente temidos pelos orcs.
No segundo volume de O Senhor dos Anéis, As Duas Torres, um grande grupo de cavaleiros de Rohan são os responsáveis pelo extermínio dos Uruk-hai que haviam capturado Pippin e Merry.

 


A Era Da Escuridão na Terra Média



Enquanto Valinor e as Terras Imortais eram banhadas pela Luz das Árvores, toda a Terra Média foi relegada à escuridão. Estas foram as Eras da Escuridão na Terra Média, quando Melkor escavou as infernais Cavernas de Utumno ainda mais fundo sob as Montanhas de Ferro. Com esplendor diabólico, ele elaborou lugares escabrosos subterrâneos com labirintos, túneis, corredores, e masmorras impenetráveis de pedra, fogo e gelo.


Lá o Senhor das Trevas reuniu todos os poderes maléficos do mundo. Seu número parecia sem limites, e Melkor nunca se cansou de criar novas e mais terríveis formas. Espíritos cruéis, fantasmas, demônios habitavam os corredores de Utumno. Todas as serpentes do mundo foram geradas em um reino escuro que era lar de Lobisomens e Vampiros e inúmeros monstros e insetos, que se alimentavam de sangue, voavam, rastejavam e deslizavam. 


Em Utumno tudo era comandado pelos discípulos demoníacos de Melkor, os inflamados espíritos Maiar chamados Balrogs, com seu chicotes de fogo e suas maças negras. O maior dentre eles era o Alto Capitão de Utumno, Gothmog o Balrog.


Mas não era Utumno o único reino de Melkor. No início das Eras da Escuridão, Melkor rejubilou-se na sua vitória sobre os Valar, e sua destruição de Almaren e das Grandes Lâmpadas. A partir de então ele tratou de aumentar seu poder na parte mais a oeste das Montanhas de Ferro, onde ele construiu seu segundo reino. Esta era o grande arsenal e fortaleza chamado Angband, a Prisão de Ferro.

Arda

Então ele nomeou seu mais poderoso discípulo, Sauron o Maia Feiticeiro, o Mestre de Angband. Exceto pelos olhos guardiães de Manwë, o Senhor dos Ventos, olhando de cima da montanha sagrada de Taniquetil, e as visitas ocasionais de Oromë, o Cavaleiro Selvagem; de todos os Valar, somente Yavanna, a protetora das florestas e campinas, entrou na Terra Média naquele tempo. Sobre toda a fauna e flora que ela havia criado ela lançou um feitiço de proteção chamado Sono de Yavanna, de tal forma que eles sobreviveram a sombra e maldade do domínio de Melkor.


E assim essa foi, em sua maior parte, as Eras de Glória para Melkor, o Senhor Satânico da Escuridão. Por seu ato de destruição sobre as Lâmpadas, Melkor herdou por completo a destruída e escura Terra Média e menteve domínio sobre ela por dez mil anos dos mortais.

A Raça dos Ents



Ents são uma raça humanóide de árvores na Terra-média de Tolkien. Aparentam ter sido inspiradas nas árvores falantes de muitos dos folclores mundiais. Na época em que se passa O Senhor dos Anéis, não existem jovens Ents (conhecidos como Entings), pois as Entesposas (Ents fêmea) se perderam.
A palavra “Ent” foi tirade do Anglo-Saxão, onde ela significa “gigante”. (Tolkien extraiu a palavra de fragmentos de poesias Anglo-Saxãs orþanc enta geweorc = "trabalho de sábios gigantes" e eald enta geweorc = "velho trabalho de gigantes". Nesse sentido da palavra, Ents são provavelmente os mais onipresentes de todas as criaturas nas fantasias e folclores, talvez perdendo apenas para dragões.


 A Palavra Ent como é usada históricamente pode se referir a qualquer número de grandes criaturas humanóides, incluindo, mas não se limitando a, gigantes, trolls, orcs e até mesmo Grendel, do poema Beowulf.
Nesse sentido da palavra, Ents são um dos pilares da fantasia e folclore/mitologia, junto com magos, cavaleiros, princesas e dragões, embora falantes do Inglês moderno provavelmente não os chamem pelo seus nomes tradicionais.
Junto com o Velho Nórdico Jorun, “ent” veio do Germânico Comum *etunaz.



Os Ents são uma raça muito antiga que apareceu na Terra-média junto com os Elfos. Aparentemente foram criados por Eru Ilúvatar a um pedido de Yavanna após ela descobrir sobre os filhos de Aulë, os Anões, sabendo que eles iriam derrubar as árvores. Ents foram tidos como Pastores de Árvores, para protegerem as florestas dos Orcs, Anões e outros perigos. 


Embora os Ents fossem criaturas sentientes na época de seu despertar, eles não sabiam como falar até os Elfos os ensinarem. Barbárvore disse que os Elfos “nos curaram de nosso mutismo” que havia sido um grande dom que não deveria ser esquecido. (“Eles sempre desejavam conversar com tudo, os velhos Elfos queriam.”).


Ents são criaturas parecidas com árvores, tendo se tornado muito parecidas com as árvores que eles pastoreiam. Traços individuais variam, da altura (em média quatro metros e meio) ao tamanho, coloridade e o número de dedos das mãos e pés. Também possuem as fraquezas das árvores, e podem ser queimados e derrubados.


 Um Ent, individualmente, se assemelha muito às espécies específicas que eles guardam. Por exemplo Bregalad (Tronquesperto) guardava Sorveiras e, assim sendo, se parecia muito com uma (alto e esbelto). Na Terceira Era da Terra-média, a floresta de Fangorn era o único lugar conhecido ainda habitado por Ents, embora os Huorns (criaturas parecidas com Ents) ainda tivessem sobrevivido em algum outro lugar, como na Velha Floresta.
Barbárvore se vangloriou para Merry e Pippin sobre a força dos Ents. Ele disse que eram muito mais poderosos do que Trolls, os quais Morgoth (nos Dias Antigos ou na Primeira Era) supostamente os fez como zombaria dos Ents mas não chegou perto de seus poderes.


 Ele compara isso com como os Orcs eram as imitações de Morgoth dos Elfos. Ents são altos e muito fortes, capazes de partir rochas e pedras. Tolkien os descreve atirando grandes pedaços de pedra e destruindo as muralhas de Isengard “… como migalhas de pão.”O nome Sindarin para os Ents (como uma raça) é Onodrim, um único Ent é Onod, e o conjunto de Ents é Enyd.




A Rainha Galadriel



Galadriel é filha de Finarfin e irmã de Finrod Felagund; quando nasceu, seu pai a chamou de Artanis, mas sua mãe deu o nome de Nerwen ("Donzela-homem"). O nome que ela adotou foi o que seu marido lhe deu, Galadriel, que é uma tradução do nome telerin Alatáriel.



Estava entre os líderes da rebelião noldorin contra os Valar. Na Terra-média ela adquiriu muito conhecimento com Melian. Desposou Celeborn de Doriath e com ele permaneceu na Terra-média até o final da Terceira Era. Guardiã de Nenya, o Anel da Água, em Lothlórien.
Fundou o Conselho Branco. 


Governou junto com Celeborn o reino elfo de Lórien, um dos refúgios élficos na Terceira Era graças ao poder do Anel Nenya. Era a mais poderosa e bela entre os Elfos que restavam na Terra-Média. Depois da destruição do Um Anel, o poder do Anel Nenya se extingüiu e ela partiu da Terra-média.


A Bela Rivendell



Rivendell é um dos últimos redutos élficos na Terra Média localizado em um vale, por onde corre o rio Bruinen, esse é um local de paz e beleza, onde muitos conhecimentos e histórias dos elfos e dos homens foram preservados. Ali vive Elrond Peredhil, o senhor de Imladris (outro nome de Rivendel que também é conhecida pelo nome de "Karningul" em Westron).
Elrond é um senhor nobre, de belas feições, forte como um guerreiro, sábio como um mago, venerável como um rei dos anões, generoso como o verão. É irmão de Elros, filho de Eärendil e Elwing, respectivamente um homem mortal e uma elfa sendo portanto um meio-elfo, e por isso foi-lhe dada, assim como a seu irmão, a opção de escolha entre a vida élfica ou a mortal. Elrond optou por tornar-se elfo, Elros optou pela mortalidade dos homens.
Elrond fundou Rivendel no ano de 1697 da segunda era, após Sauron ter devastado Eregion, com o intuito de criar uma fortaleza que pudesse resistir às forças de Sauron. Foi em Rivendell que, no final da segunda era, reuniram-se os exércitos da Última Aliança, comandados por Elendil e Gil-Galad, de onde partiram para Mordor, numa batalha que culminaria na derrota de Sauron, morte de Gil-Galad, Elendil e seu filho Anárion.
Isildur, irmão de Anárion e naturalmente filho de Elendil, tomou o Anel de Sauron e foi morto anos depois em uma emboscada de orcs. Porém sua linhagem foi preservada em Rivendel, onde sua esposa e seu filho permaneceram salvos, junto com os tesouros da Casa de Isildur: o cetro de Annúminas, a Elendilmir, o Anel de Barahir e os fragmentos de Narsil.


Por volta de 1300 Kamul,o senhor dos Nazgûl estabeleceu em Eriador o domínio de Angmar, que batalhou contra os homens de Arnor e as forças de Rivendell, sendo derrotado muito mais tarde.
Graças à acção do anel de Elrond, Vilya, Rivendell tinha características especiais, tais como um retardo na passagem do tempo e uma sensação de bem-estar e vigor renovado sentida por seus habitantes. Os efeitos do anel élfico ainda podiam ser maiores, envolvendo também a cura, como no caso da cura de Frodo ou nas palavras do próprio Bilbo: "Um pouco de sono traz uma grande cura na casa de Elrond, e cura o mais que puder..".


No ano de 2941 Gandalf, Bilbo e os 13 anões que o acompanhavam Thorin Escudo de Carvalho a Montanha Solitária chegaram a Rivendell. Não puderam permanecer muito tempo no reino élfico, mas puderam desfrutar de momentos de paz e tranqüilidade que já não existiam em outro lugar da Terra Média. E, apesar do pouco tempo, a visita foi suficiente para despertar em Bilbo um grande amor por Rivendell, aonde viria a morar muitos anos mais tarde.
Surgida de remanescentes de Eregion e Lindon, Rivendell, que contava com muitos noldor entre seus habitantes, tornou-se um centro de tradição eldarin na Terceira Era.

Arwen Undómiel




Dentro do universo de fantasia criado por J.R.R. Tolkien, Arwen Undómiel foi mulher de Aragorn, filha de Elrond e Celebrían, nascida em Imladris e por algum tempo viveu em Lothlórien, com seus avós, Galadriel e Celeborn.
Arwen era extremamente parecida com Lúthien, de quem era parente, e conheceu Aragorn na floresta de Imladris enquanto caminhava. Ela acabou renunciando a sua imortalidade élfica por este amor e casou-se com Aragorn II Elessar em Minas Tirith com a bênção de Elrond, tornando-se assim a rainha dos reinos de Gondor e Arnor. No filme "O Senhor dos Anéis", foi interpretada pela atriz Liv Tyler.
Arwen teve um filho, Eldarion, e outras filhas. Após a morte de Aragorn, retornou a Lórien, onde passou os últimos anos de sua vida sozinha.




"Eles já foram homens, Grandes reis dos Homens" - Os Nazgûl



Os Nazgûl (da Língua Negra de Mordor: Nazg "anel", e Gûl, "Espírito", "Espectro") foram, nas obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, os nove "Cavaleiros Negros", uma vez homens, mas corrompidos por Sauron com os nove anéis do poder. Transformaram-se em servos completamente fiéis do Senhor da Escuridão por toda a Segunda e Terceira Era, dependentes do Um Anel para continuarem a existir. Diz-se que dos nove Nazgûl pelo menos três eram Numenorianos Negros.


Os Nazgûl foram grandes reis dos homens que receberam nove Anéis de Poder. Com a forja do Um Anel, eles se tornaram escravos involuntários de Sauron e, eventualmente, seus principais tenentes. Depois de muitos anos o efeito dos anéis os transformaram em espectros invisíveis para todos menos para Sauron e para quem usasse o Um Anel. Eles viajaram para o exterior cobertos com capas pretas e armaduras de prata que lhes deu forma. Eles eram considerados como os "... servos mais terríveis" de Sauron, sendo o mais notável entre eles o Rei bruxo de Angmar, o guerreiro mais mortal das forças de Mordor.


Dentre os nove Nazgûl existentes apenas dois tem seus nomes conhecidos: Morgomir, a Sombra do Oeste (introduzido no jogo 'Battle for Middle Earth II: Rise of the Witch King da EA Games), um Espectro do Anel menor que foi um segundo Rei Bruxo na conquista de Arnor e Khamûl, o Senhor do Leste, que governou Dol Guldur após Sauron mover-se rumo a Barad-dûr.


Aos Nazgûl sem nome foram dados nomes não oficiais, tais como The Undying (O Imortal), The Tainted (O Contaminado), The Dark Marshal (O Marechal das Trevas), The Shadow Lord (O Senhor das Sombras), The Betrayer (O Traidor), The Dwimmerlaik (?), e The Knight of Umbar (O Cavaleiro da Umbra).
A razão que fez Sauron ganhar uma "apoio" tão forte entre os homens do Oriente e do Sul foi, provavelmente, através dos esforços dos Espectros do Anel. Desta forma, seu plano para os Anéis de Poder foi, pelo menos, parcialmente bem-sucedido.



"Eles já foram homens. Grandes reis dos Homens. Então Sauron, o Enganador, lhes deu nove anéis do poder. Cegos pela sua ganância, que os levou, sem dúvida. Um por um eles cairam na escuridão. Eles são agora os Nazgûl. Espectros do Anel, nem vivos e nem mortos."
— Aragorn


"Não fique entre o Nazgûl e sua presa!"
— Rei bruxo de Angmar (lider dos Nazgûl)

brunnatice201293 | Espectros do anel

ARMAS DOS ANÕES


As armas abaixo são criações do povo anão para combater as principais ameaças que os afligem, como os orcs e dragões. Elas foram baseadas nas encontradas no Livro do Jogador de D&D 3,5 e noLivro Completo do Guerreiro, também de D&D 3,5.
Estas armas somente poderão ser compradas em redutos anões e nas suas principais cidades, dificilmente um anão venderia ou daria uma arma deste tipo a alguém não pertencente a sua raça, principalmente se for um elfo.
Qualquer personagem de raça diferente das dos Anões sofre uma penalidade de -4 ao tentar utilizar uma arma deste tipo.



Machado de Guerra Anão: Um machado de guerra anão é muito grande para ser usado com uma única mão sem um treinamento especial; por isso os Anões desde jovens treinam o seu uso. Um personagem de tamanho Médio é capaz de utilizar um machado de guerra anão com as duas mãos. Um personagem Grande será capaz de empunhá-lo como uma única mão. Os anões podem usar o machado de guerra anão com uma ou duas mãos sem qualquer penalidade.

Urgrosh Anão: Um urgrosh anão é uma arma dupla. O personagem será capaz de lutar como se estivesse empunhando duas armas, mas sofrerá todas as penalidades normais associadas a combater com duas armas. A extremidade do machado do urgrosh é uma arma cortante que causa 1d6+4 pontos de dano. A extremidade da lança é uma arma perfurante que causa 1d6 pontos de dano. O personagem pode usar qualquer lado como arma primária. A outra será a arma da mão inábil. A criatura que empunhar um urgrosh anão em uma única mão não conseguirá usá-lo como uma arma dupla – somente uma extremidade da arma será utilizada para atacar naquela rodada.


Se o personagem estiver usando uma ação preparada contra uma Investida, ele causa o dobro do dano se obtiver sucesso contra o atacante, mas ele precisará utilizar a extremidade da lança nessa manobra. Um urgrosh também é chamado de lança-machado.
Machado Broquel: O machado broquel parece com um escudo normal, mas as bordas dele são bastante afiadas, permitindo que o seu usuário utilize-o como um machado. Ela é uma arma bastante eficiente para ser usada na mão inábil, como arma secundária.
Seta Perfurante: São setas para bestas, mas sua ponta em formato especial é capaz de perfurar a maioria das armaduras dos orcs. Ela ignora 2 pontos de armadura quando atinge um alvo protegido por qualquer tipo de armadura.
Machado Múltiplo: Eles são peças raras, caras e altamente mortais. Consiste eu um machado com diversas lâminas postas lado a lado em um cabo de formato cilíndrico e longo. Somente conseguem empunha-lo personagens com força 12 ou superior. Eles são armas de duas mãos.
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