Um pouco mais sobre O Hobbit - Personagens



Bilbo Bolseiro, o protagonista titular, é um hobbit respeitável e conservador. Durante sua aventura, Bilbo muitas vezes se refere ao conteúdo de sua despensa em casa e ao fato de que gostaria de ter mais comida. 


Com efeito, até encontrar um certo anel mágico, ele é mais um peso do que uma ajuda. Gandalf, um feiticeiro andarilho, introduz Bilbo à uma companhia de treze anões. Durante a jornada, o feiticeiro desaparece em missões secundárias vagamente inusitadas, reaparecendo somente em momentos-chave da história. 


Thorin Escudo de Carvalho, o orgulhoso e pomposo chefe do grupo de anões e herdeiro do destruído reino sob a Montanha Solitária, comete muitos erros em sua liderança, contando com Gandalf e Bilbo para tirá-lo de problemas; contudo, ele se mostra um grande guerreiro. Por sua vez, Smaug é um dragão que há muito tempo saqueou o reino dos anões do avô de Thorin e que desde então dorme sobre o vasto tesouro.


A trama envolve uma série de outros personagens de importância variável, tais como: os doze outros anões da companhia; dois tipos de elfos: guerreiros tanto endiabrados quanto mais sérios; homens; trolls comedores de gente; gigantes atiradores-de-pedra; orcs maus habitantes de cavernas; aranhas gigantes que vivem em florestas e que podem falar; águias imensas e heróicas que também falam; lobos malignos, ou "wargs", que são aliados dos orcs; Elrond, o sábio; Gollum, uma estranha criatura que habita um lago subterrâneo; Beorn, um homem que pode assumir a forma de um urso; e Bard, um arqueiro triste mas honrado da Cidade do Lago.

The Hobbit - A História



Gandalf engana Bilbo em uma festa para Thorin e seu bando de anões, que cantam sobre recuperar a Montanha Solitária e seu vasto tesouro do dragão Smaug.Quando a música termina, Gandalf revela um mapa que mostra uma porta secreta na montanha e propõe que um estupefato Bilbo sirva como "ladrão" da expedição. Os anões ridicularizam tal ideia, mas o hobbit, indignado, junta-se a eles mesmo sem querer.


O grupo viaja rumo à vida selvagem, onde Gandalf salva a companhia de um ataque de trolls e os leva à Rivendell, onde Elrond revela mais segredos do mapa. Passando por cima das Montanhas Sombrias, eles são capturados por orcs e conduzidos ao subterrâneo profundo. Embora Gandalf consiga resgatá-los, Bilbo acaba separado dos demais no momento da fuga. Perdido nos túneis dos orcs, ele se depara com um misterioso anel e, em seguida, encontra Gollum, que o envolve em um jogo de charadas. Como recompensa por resolver todos os enigmas propostos, Gollum lhe mostrará o caminho para fora dos túneis; mas, se Bilbo não conseguir decifrá-los, sua vida se perderá. Com a ajuda do anel — que lhe confere invisibilidade —, Bilbo escapa e reencontra os anões, melhorando sua reputação junto a eles. Os orcs e os wargs ainda os perseguem, mas o grupo é salvo por águias antes de descansar na casa de Beorn.


A companhia entra na floresta negra de Mirkwood sem Gandalf. Lá, Bilbo primeiro salva os anões de aranhas gigantes e, em seguida, das masmorras dos Elfos da Floresta. Aproximando-se da Montanha Solitária, os viajantes são bem-recebidos pelos habitantes humanos da Cidade do Lago, que esperam que os anões venham a cumprir as profecias sobre o fim de Smaug. A expedição vai até a Montanha Solitária e encontra a porta secreta; Bilbo observa o covil do dragão, roubando um copo grande e aprendendo sobre uma fraqueza na armadura de Smaug. O enfurecido dragão, deduzindo que a Cidade do Lago tem ajudado o intruso, prepara-se para destruir aquele local. Um nobre tordo que ouviu o relato de Bilbo sobre a vulnerabilidade de Smaug reporta a informação a Bard, que mata o monstro.


Quando os anões tomam posse da montanha, Bilbo encontra a Pedra Arken, uma herança da dinastia de Thorin, e a rouba. Os Elfos da Floresta e os homens do lago cercam a montanha e exigem uma compensação por sua ajuda, indenizações pela destruição da Cidade do Lago, e a liquidação de antigos direitos sobre o tesouro. Thorin se recusa e, depois de ter convocado seus parentes das montanhas do Norte, reforça a sua posição. Bilbo entrega a Pedra Arken aos homens, de forma que eles tenham algo de valor para negociarem com Thorin e evitarem uma guerra. Contudo, o anão é intransigente; ao saber do fato, ele expulsa o hobbit, e a batalha parece inevitável.


Gandalf reaparece para advertir a todos sobre um exército de orcs e wargs que se aproxima. Os anões, homens e elfos se unem, mas apenas com a chegada oportuna das águias e de Beorn é que eles alcançam a vitória no clímax da Batalha dos Cinco Exércitos. Thorin é ferido mortalmente e reconcilia-se com Bilbo antes de falecer. Bilbo aceita apenas uma pequena parcela de sua respectiva parte do tesouro, sem querer ou mesmo precisar de mais; de qualquer forma, ele ainda retorna para casa como um hobbit muito rico.

Rei bruxo de Angmar



O Rei-Bruxo, cujo verdadeiro nome não é conhecido, era provavelmente um descendente do povo de Númenor. Na Segunda Era, um dos Anéis do Poder, forjados por Sauron e pelos Elfos, foram destinados ao Rei-Bruxo. O anel o fez imortal e muito poderoso, mas o corrompeu ao longo do tempo, transformando-o em um Nazgûl, mais precisamente o chefe dos outros oito Nazgûl.
O Rei-Bruxo lutou ao lado de Sauron contra a última aliança e quando Sauron foi derrotado, escondeu-se "nas sombras".
Após 1000 anos da Terceira Era, ele ressurgiu em Dol Guldur. O Rei-Bruxo dominou Angmar, e levantou guerra contra os reinos de Arnor.
Seu fim foi na batalha de Minas Tirith, derrotado por Éowyn.


Continuando:
<BR>
<BR>As guerras controladas pelo Rei Bruxo foram terríveis para os Dúnedain. A torre de Amon Sul, a mais importante fortaleza de Gondor próxima as fronteiras de Cardolan e Rhudaur foi cercada em 1409 pelos orcs de Angmar. Os Dúnedain resistiram por meses ao cerco e luta constante, mas enfim foram derrotados e todos mortos. A Poderosa torre foi saqueada e queimada até suas raízes, mas seu mais precioso tesouro, a Palantír, foi salva e levada em segredo para Fornost. Os reino de Cardolan foi devastados, Rhudaur foi ocupada por homens quase piores que orcs, servos do Rei Bruxo. Arveleg era senhor dos exércitos de Gondor naquelas terras, e apesar de jovem era um guerreiro valente... ele pediu ajuda a Círdan e expulsou os inimigos de Fornost e das terras ao norte, e por algum tempo ouve paz.
<BR>
<BR>Em 1974 o poder de Angmar despertou em fúria novamente. O Rei dos Bruxos reuniu exércitos que estavam ocultos e atacou Arthedain antes do final do inverno. Ele tomou Fornost e expulsou a maioria dos Dúnedain restantes, entre eles os filhos do Rei. Mas o próprio Rei Arvedui escapou por pouco fugindo para o norte com alguns membros de sua guarda após resistir nas colinas o máximo possível.
<BR>
<BR>O rei teve que buscar auxílio entre os homens das neves de Forochel. Eles tinham medo do Rei dos Bruxos, mas ajudaram o Rei por receio de sua ira. Por semanas Arvedui viveu entre a neve, até que um navio mandado por Círdan o resgatasse. Mas sua má sorte não terminava, pois o navio naufragou e Arvedui morreu... com isso o Reino do Norte terminou, e o Rei Bruxo venceu uma grande batalha. Uma por uma as grandes províncias e cidades caíram, até que no outono chegaram mensagens a Gondor dizendo que Arthedain estava em grandes dificuldades, e o Rei Bruxo estava preparando um último grande golpe contra aquele reino.
<BR>
<BR>Então Eärnur foi enviado com uma esquadra para socorrer Arthedain o mais rápido possível. Foi tarde demais, antes de Eärnur chegar o Rei Bruxo havia conquistado Arthedain e destruído Arvedui. Porém quando a esquadra de Eärnur chegou aos Portos Cinzentos ouve grande alegria e surpresa, tanto entre elfos quando homens, pois um poderoso exército estava desembarcado dos navios. Pelo menos assim pareceu a quem assistiu, mas esse era apenas uma pequena fração do poder dos Dúnedain.
<BR>
<BR>Continua...
<BR>
<BR>Fonte: <A HREF="http://www.duvendor.hpg.ig.com.br" TARGET=_top>http://www.duvendor.hpg.ig.com.br</A> 
<BR>________________________________________________________________________________ 
<BR>
<BR>post by Kari 
<BR>
<BR>~ <A HREF="http://www.fotolog.net/karilp" TARGET=_top>http://www.fotolog.net/karilp</A> 
<BR>~ <A HREF="http://www.fotolog.net/kari_famous" TARGET=_top>http://www.fotolog.net/kari_famous</A> 
<BR>~ <A HREF="http://www.fotolog.net/mrs_greenleaf" TARGET=_top>http://www.fotolog.net/mrs_greenleaf</A>   - Fotolog

Após assassinar Théoden, o Rei-Bruxo foi surpreendido pela sobrinha do rei, que entrou em seu caminho. O Rei-Bruxo quebrou seu braço e seu escudo com sua maça. Antes que pudesse finalizá-la, Meriadoc Brandybuck feriu a parte de trás do joelho do Rei-Bruxo, com uma espada encantada. A espada de Merry fora forjada por um homem de Arnor, havia muito tempo, enfeitiçada como "a ruína de Angmar".


Éowyn levantou-se e enfiou sua espada na face do Rei-Bruxo. A espada se fragmentou e as roupas do Rei-Bruxo vieram ao chão quando este desapareceu com um grito sobrenatural.
Assim cumpriu-se a profecia de Glorfindel, que dizia que o Rei-Bruxo não seria subjugado por um homem. Neste momento ele foi derrotado por uma Mulher e por um Hobbit.
O nome verdadeiro de Rei-Bruxo nunca foi dado. O título "Rei-Bruxo" não aparece até os Apêndices, normalmente impressas como parte de "O Retorno do Rei". O personagem é citado através de outros títulos, tais como Capitão Negro, Senhor dos Nazgûl, Senhor de Minas Morgul, Senhor dos nove Cavaleiros, Primeiro dos Nazgûl, entre outros.



As Duas Torres



 

A Sociedade do Anel se desmanchou após a morte de Gandalf e o ataque de Uruk-hais. Boromir morreu; Frodo e Sam continuam no caminho da Montanha da Perdição; Pippin e Merry foram capturados pelos Uruk-Hai; e Aragorn, Legolas e Gimli foram a seu resgate.
Ao descerem os Emyn Muiul, Frodo e Sam encontram-se com Gollum ao qual subjulgam e o tornam seu guia para o Portão Negro, a entrada de Mordor. Aragorn, Legolas e Gimli entram nas planícies do reino de Rohan na caçada aos orcs. 


Saruman ataca o Folde Ocidental de Rohan e nesta batalha mata o príncipe Théodred. Éomer, Marechal dos Cavaleiros de Rohan, é exilado do palácio e do reino com seus homens pelo conselheiro do rei, Gríma Língua-de-Cobra. Nas planícies do norte, ele e seus cavaleiros atacam e destroem o grupo de orcs que raptaram Merry e Pippin. Os hobbits fogem para dentro da Floresta de Fangorn, onde encontram o ent Barbárvore e levam os ents a se unirem num conselho, o Entebate, onde devem decidir se partem ou não em guerra aberta contra Saruman.


Frodo, Sam e Gollum cruzam os Pântanos Mortos ao norte de Mordor, onde voltam a ver um dos Espectros do Anel montado agora num Falcão-do-Inferno. Após conhecerem Éomer; Aragorn, Legolas e Gimli entram em Fangorn onde encontram Gandalf, vivo e vestido de branco. Este, montado em seu cavalo Shadowfax, os leva para Edoras, onde está o palácio do rei de Rohan.


Ao chegarem ao Portão Negro, Gollum detém os hobbits e revela sobre outra entrada, mais secreta, por onde ele saiu de Mordor, Frodo resolve confiar na criatura e seguir por este novo caminho. Em Edoras, Gandalf desmascara a aliança de Gríma com Saruman e liberta o rei Théoden dos encantos destes. Théoden expulsa Gríma de Rohan e sepulta o corpo de seu filho Théodred, em seguida parte com o povo de Edoras para o Abismo de Helm. Gandalf, preocupado com o ataque de Saruman, parte para buscar ajuda.


Em Ithilien, terras pertencentes ao antigo reino de Gondor, os hobbits são capturados por Faramir e seus homens, guardiões destas terras, que os levam prisioneiros. No caminho para o Abismo de Helm, Aragorn recorda de quando dispensou Arwen de qualquer compromisso com ele, para que ela pudesse partir com seu povo. 


Os refugiados são atacados por wargs montados, enviados por Saruman, e Aragorn acaba caindo de um penhasco durante o combate. Em Valfenda, Elrond convence sua filha Arwen a partir da Terra-Média. De Isengard, Saruman lança seus exércitos sobre Rohan.


Em Ithilien, Faramir captura Gollum e descobre a verdade sobre a missão de Frodo e Sam. Ele resolve impedí-los e levá-los para seu pai em Gondor. Aragorn se recupera e chega ao Abismo onde alerta o rei dos exércitos inimigos que se aproximam. Antes da batalha iniciar, uma tropa de arqueiros élficos, liderados por Haldir de Lórien, chega ao Abismo para auxiliar os rohirrim. Durante a batalha, os orcs utilizam explosivos para derrubar as muralhas e Haldir é morto. 


Os ents decidem não se arriscarem na guerra e Barbárvore leva os hobbits embora, mas ao avistar a devastação que Saruman causou à floresta, parte em marcha com os ents para destruir Isengard.
Passando por Osgiliath, que está sob ataque inimigo, Sam revela a Faramir sobre a morte e traição de seu irmão Boromir. Um dos Espectros chega a cidade e os dois o impedem de capturar Frodo. Gandalf chega com Éomer e seus cavaleiros ao Abismo de Helm e destroem os exércitos de Saruman. Os ents atacam e inundam Isengard, destruindo as máquinas e forjas do mago. Faramir decide libertar Frodo, Sam e Gollum e não intervir em sua missão.


Cultura Élfica








Os Elfos são descritos como altos e belos, parecidos com os Valar, só que menores em estatura e poder, e são imortais, pelos menos enquanto o Mundo, chamado Arda, existir. Não envelhecem nem adoecem, e se forem mortalmente feridos ou se sofrerem um grande desgosto seu corpo morre, mas seu espírito sobrevive sendo então enviado para as Mansões de Mandos onde permanece até poder reencarnar, em um corpo idêntico e com as mesmas lembranças. Um direito que os elfos têm é o de ir, se assim desejarem, para Valinor, no continente sagrado de Aman, destino esse vedado aos mortais.








Os primeiros elfos teriam surgido em Cuiviénen, no extremo Oeste da Terra Média, longas Eras antes da ascensão do Sol ou da Lua, no tempo em que as Duas Árvores ainda brilhavam. Foram inicialmente vistos por Oromë, mas viram primeiro as estrelas e por isso reverenciam Varda Elentári acima de todos os outros Valar. Convidados pelos Valar a juntarem-se-lhes no Reino Abençoado, os elfos empreenderam um longa viagem desde Cuiviénen até à costa oeste da Terra-média.










O primeiro e principal valor élfico é a afeição às plantas e animais. Eles não só respeitam e zelam a natureza, eles se sentem parte dela. Destruir uma floresta é o mesmo que destruir parte do elfo.

Outro ponto marcante é o orgulho e o respeito próprio. Um elfo nunca se humilhará ou fará algo que deprecie a sua imagem perante aos próprios olhos. É quase impossível encontrar mendigando, se prostuíndo ou ocupando as camadas sociais vistas como inferiores. Eles preferem se banir (radicais podem mesmo se matar) do que viver desta forma.

Há, por fim, um grande apreço à sabedoria, que está diretamente associada à idade. Elfos anciões são vistos com grande respeito e até subserviência. São eles que comandam as tribos e os elfos como um todo. 








A meditação e o conhecimento interno são vistos como formas corretas de se atingir a “verdadeira sabedoria” (que pode ser a magia divina ou arcana, ler abaixo). Também são os anciões que ocupam os importantes cargos de Alimentadores, indivíduos que fazem uma magia, divina ou arcana, que permite que o alvo se alimente da energia solar. A maioria dos elfos sobrevive dessa forma.

Religião: A religiosidade é talvez um dos pontos de maior conflito da sociedade élfica. Enquanto parte deles é extremamente religiosa, fazendo com que os rituais de adoração aos deuses (quase sempre Idum) façam parte do seu cotidiano, outros negam a religião e colocam a magia no seu lugar. 








Ou seja, uma disputa entre politeístas tolerantes e antiteístas. Por traz desse debate filosófico há uma fervorosa disputa política. Os “religiosos” representam o modo tradicional de vida élfica, são liderados pela tribo Escolhidos por Idum e pelos druidas que adoram essa deusa. Eles são veementemente contra a invasão iciliana nos Territórios Élficos. Os “magos” são o oposto, são liderados pela tribo Senhores de Mana e pela Guilda dos Magos. Estes assumem uma postura colaboracionista em relação a ocupação iciliana.

Essa dicotomia é restrita aos Territórios Élficos, nos Territórios de Frey todos podem ser enquadrados como religiosos.








Sexualidade, gênero e matrimônio: A noção de família na cultura élfica é muito tênue, quase inexistente. A célula social é o acampamento, o conjunto de acampamentos forma a tribo. Originalmente os acampamentos eram formados por poucas dezenas de indivíduos, hoje já há algumas grandes aglomerações sedentarizadas, chamadas de centros, que possuem milhares de elfos. As tarefas e a propriedade do acampamento são coletivizados. Desde a criação das crianças à divisão dos alimentos, tudo é dividido, até as casas. Quando um acampamento está com problemas, os outros da sua tribo o auxiliam.

O casamento élfico é bem distinto das outras culturas. Ele é uma experiência particular entre os envolvidos. O casal vai para algum lugar afastado e, depois de algum tempo meditando lado a lado, fazem os votos matrimonias. A vida particular do casal não diz respeito à coletividade. A tal ponto que para um estranho é muito difícil identificar casais nessa sociedade. Beijos, trocas de carícias ou mesmo um andar de mãos dadas não ocorrem em locais públicos. O homossexualismo de ambos os sexos e a poligamia não são muito freqüentes, porém não são encarados com qualquer preconceito.

Não existe divisão sexual do trabalho. Elfos e elfas são vistos como iguais, inclusive nos postos militares.




Relação racial: A cultura élfica não é xenófoba, seres de outras raças podem se integrar às tribos desde que assumam seus valores e costumes. Há casos relatados de humanos, halflings, gnomos e até orcs que passaram a viver como elfos. Todavia, isso é extremamente raro.
Arte: A cultura élfica praticamente não produz objetos de arte. Apenas alguns feitos de madeira, pedra e tecidos, sendo os últimos os mais importantes. As cores e detalhes na vestimenta são uma das formas de se identificar a qual tribo determinado elfo pertence. Cabe lembrar que, graças à influência dos druidas de Idum, os elfos não desenham, esculpem ou reproduzem de qualquer forma qualquer tipo de ser vivo. A única forma admitida é por magia divina, até os magos élficos respeitam essa tradição.
As grandes construções élficas, por outro lado, se sobressaem. Com a ajuda de magia (divina ou arcana) elfos constroem cidades, fortes, pontes, ou seja, quase tudo com plantas vivas. São verdadeiros jardins suspensos lindíssimos.


Nomes: Os elfos possuem um nome próprio que é escolhido pela mãe quando nascem. O que se poderia chamar de sobrenome é a declaração do nome da tribo. Exemplo: Galadil, dos Ouvidores de Pássaros.
Relação com outras culturas: Os elfos consideram as outras culturas completamente equivocadas pela relação que elas possuem com a natureza. Parece-lhes inconcebível viver como eles vivem. Há uma ojeriza generalizada e em graus distintos em relação a cultura icilica. Mesmo os colaboracionistas não os admiram.


Bilbo Bolseiro


A primeira grande aventura de Bilbo Baggins acontece ainda durante a Terceira Era. Filho único, este estranho hobbit – como era considerado pelos seus próprios concidadãos – abandona o Condado por tempo indefinido, depois de uma misteriosa visita de Gandalf. O motivo da sua partida era simples: ajudar Thorin e um grupo de mais 12 anões (Fili, Kili, Nori, Dori, Bifur, Bofur, Bombur, Gloin, Óin, Ori, Balin e Dwalin) por ele liderados a recuperarem seu palácio, e lá encontraram Smaug o Dragão. Para Gandalf a presença de um hobbit nesta campanha era indispensável, não só pela sua discrição, mas também como forma de se preparar aquele povo para os tempos sombrios que haviam de chegar. 


Quanto ao fato de ter escolhido o líder da família Bolseiro, o feiticeiro chegou a admitir que era uma questão de destino. Bilbo não necessitou de grandes argumentos para se deixar convencer a juntar-se ao grupo e a partir em busca de novas aventuras, sobretudo depois de ter vivido sete anos sozinho, após a morte dos seus pais. 


Foi essa jornada que o próprio Bilbo descreveu no Livro Vermelho e que lhe permitiu, por acaso, roubar o Anel do Poder de Gollum. Vingados os anões e recuperados os seus tesouros, o líder da família Baggins regressa a casa com o seu próprio tesouro: o Anel. Mas a sua vida no Condado também lhe reserva algumas surpresas. Alguns anos depois de chegar e perante a morte dos pais de Frodo, Bilbo adota o sobrinho, na realidade eram primos.

Deuses da Terra Média



Consta que deus, chamado Eru Ilúvatar, vivia só nas Mansões Eternas de Eä, até que, de seu pensamento, ele criou os Ainur, que são sua companhia. Os Ainur cantavam sozinhos ou em pequenos grupos, pois de início só compreendiam a parte da mente de Eru da qual tinham sido criados. Mas eles passaram a se tornar mais harmoniosos, passaram a compreender os outros Ainur, e então Eru Ilúvatar reuniu todos eles diante de si e propôs um tema. Os Ainur deveriam ornamentar este tema, fazendo uma Música, a chamada Ainulindalë, a Música dos Ainur. 


Eles assim fizeram mas então um dos Ainur, o mais poderoso deles, chamado Melkor, provocou uma dissonância, almejando fazer uma música própria, mas sua música era repetitiva e cansativa, e alguns dos Ainur próximos a ele começaram a desviar-se do propósito inicial de Eru, e assim a dissonância foi se espalhando, até que Eru se levantou do trono, sorrindo, e ergueu a mão esquerda, sugerindo um novo tema. Novamente Melkor entrou em dissonância com a Música, até que Eru ergueu a mão direita, com uma expressão severa e um terceiro tema surgiu, mas a música fútil de Melkor continuava e então Eru, com uma expressão terrível, ergueu as duas mãos e a Música cessou.


Eru então, para mostrar a Melkor que nenhuma música seria tocada sem ter nele próprio a fonte mais remota, desnudou diante dos Ainur a visão que, ornamentando os Temas de Eru, eles tinham tido ao cantarem. E eles viram, dentro do Vazio, um globo, a Terra, que surgira na Música, e ela era linda, e eles viram os esplendorosos Filhos de Eru. E Eru então fez com que toda a visão se tornasse realidade, dizendo "Eä! Que essas coisas Existam!".


Alguns dos Ainur que se enamoraram de Eä, a Terra, puderam descer para lá, pois a visão ainda não era plenamente concreta: seriam eles que teriam de trabalhar para que assim fosse. Desses espíritos que desceram à Terra, os mais poderosos foram chamados de Valar, e os menos poderosos, de Maiar.
Iniciou-se assim o Governo dos Valar na Terra. Melkor desceu junto, e secretamente cobiçava a Terra; e tudo que os outros Valar faziam, ele desfazia, e os outros se exauriam em reparar os danos. Esse foi o início da Terra e da História dos Valar como seus governantes.


A origem dos Orcs




A origem dos orcs é uma questão em aberto. Na obra de Tolkien, o mal é incapaz de criar seres com vontade independente, já que a Chama Imperecível estava com Eru Ilúvatar. Por isso, é improvável que o ex-Vala Morgoth, o primeiro a criá-los, pudesse fazer isso. Uma carta de Tolkien afirma que orcs-fêmeas existiam de fato. De acordo com a mais antiga teoria de Tolkien, os orcs eram feitos de pedra e lodo e animados por feitiços de Morgoth.


Outra teoria bastante difundida é a de que Morgoth, incapaz de criar seres independentes de sua vontade, torturou e mutilou Elfos, da divisão dos Avari, tornando-os orcs. Isso tornaria os orcs imortais, o que seria inconsistente, mesmo que não impossível, já que Tolkien nada menciona sobre isso. Se eles fossem de fato imortais, seus espíritos jamais saíriam dos Palácios de Mandos, devido a sua grande maldade. 
Algumas evidências apontam para o fato de que se não são imortais, os orcs ao menos vivem muito. Essa última teoria é a mais aceita, já que é a que apresentada em O Silmarillion como sendo a explicação do próprio autor.



Havia muitas variações entre os orcs. Os exemplos mais óbvios são os Uruk-hai, que eram maiores, mais fortes e tinha a pele negra. Orcs menores e mais fracos que os Uruk-hai eram por eles chamados de Snaga, ou Escravo. Havia também variações quanto às funções: Sauron aparentemente criou tipos especializados, como os soldados Uruk-hai ou os orcs menores aptos a perseguições. Os Uruk-hai criados por Saruman eram diferentes dos de Sauron: eram mais altos e tinham proporções mais humanas. Em A História da Terra-média, J.R.R.Tolkien menciona Maiar que encarnam em corpos de orcs, os Boldogs, que serão vistos mais adiante.


Saruman provavelmente criou sua própria classe de orcs modificados, havendo pistas nos escritos de Tolkien de que ele talvez tenha cruzado Uruks com humanos, e por isso eles podiam caminhar sob o sol, mesmo que os odiassem. Entretanto, isso nunca foi diretamente afirmado.


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...