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A Suprema Divindade


A suprema divindade do universo de Tolkien é chamada Eru Ilúvatar. No princípio, Ilúvatar criou espíritos chamados Ainur, e conduziu-os com música divina. O Ainu Melkor, equivalente de Tolkien para Satanás, quebrou a harmonia, e em resposta Ilúvatar introduziu novos temas que intensificaram a música para além da compreensão dos Ainur. A essência da sua canção estabelecia a história do universo ainda por criar e das pessoas que aí iriam habitar.


Então Ilúvatar criou Eä, o próprio universo, e os Ainur formaram nele Arda, a Terra, "englobada dentro do vazio": o mundo, juntamente com o ar é separada de Kuma, o "vazio" sem. Os quinze Ainur mais poderosos que apareceram inicialmente no mundo para moldar e governar Arda são chamados os Valar, sendo um dos quais Melkor, o mais poderoso.


Antes da segunda metade da Primeira Era, a Terra era radicalmente diferente do mundo da Terceira Era e das Eras posteriores: Arda foi criada como um mundo plano, representada como um navio ou uma ilha a flutuar no oceano circundante (Vaiya), que forma água por baixo de Arda e ar por cima. O Sol e a Lua, bem como algumas estrelas (incluindo as estrelas da Ursa Maior) seguiram o seu caminho dentro de Vaiya, e como tal são parte de Arda, separados do Vazio.


Na sublevação cósmica que se seguiu à Queda de Númenor no final da Segunda Era, a cosmologia alterou-se radicalmente, uma vez que Arda se transformou num mundo em forma de globo parecida com a Terra actual. O continente de Aman foi retirado do mundo, e as novas terras foram criadas "sob" as terras antigas.




A Sociedade do Anel - Parte II



Já curado, Frodo descobre as maravilhas de Valfenda e lá é realizado um conselho liderado por Elrond, o meio-elfo mestre de Rivendell e pai de Arwen, a amada de Passolargo, cujo verdadeiro nome é Aragorn, que se revela descendente de Isildur e herdeiro do Trono de Gondor.


No Conselho de Elrond são expostos os problemas relacionados ao Um Anel. Boromir, filho do regente de Gondor, sugere usar o Anel do Poder contra Sauron. Elrond e Gandalf rejeitam a ideia imediatamente e explicam os vários motivos pelos quais não podem usá-lo contra o "Senhor dos Anéis": Sauron é o único e verdadeiro mestre do Anel, pois o forjou, sendo portanto totalmente maligno, além disso, seu poder é grande demais para ser controlado por mortais comuns e mesmo os poderosos entre os povos livres da Terra-Média, como os imortais elfos (Elrond) e os magos (Gandalf), temem inclusive tocá-lo. O poder quase absoluto do anel corrompe o carácter e deforma a personalidade daquele que se atreve a empunhá-lo, ainda que movido por boas intenções. Quem quer que tente derrotar Sauron utilizando o anel, acabará tornando-se o próximo Senhor do Escuro.


Dada a impossibilidade de utilizar o Um Anel como arma de guerra, é imposta a tarefa de levá-lo até a Montanha da Perdição, um vulcão localizado no centro de Mordor, a Terra Negra do Inimigo, onde o anel fora forjado e também o único lugar onde poderia ser destruído.


Para essa missão, de sucesso improvável, é formada a Sociedade/Irmandade do Anel, composta por nove companheiros: quatro hobbits (Frodo, Sam, Merry e Pippin), dois humanos (Aragorn e Boromir), um elfo (Legolas), um anão (Gimli) e um mago (Gandalf). Frodo seria o "Portador do Anel", aquele que deveria lançar o Anel nos fogos de Orodruin.


A Sociedade/Irmandade do Anel parte em direção ao sul. Cientes que essa rota está sendo vigiada pelo Inimigo, o grupo faz um desvio para Leste através das Montanhas Nebulosas, mas são obrigados a voltar por causa da neve e do frio. Um caminho alternativo leva-os até a temida Moria, reino subterrâneo dos anões, onde Gandalf é morto lutando com um Balrog, um demónio do mundo antigo. Os outros companheiros escapam e chegam em segurança a Lothlórien, reino da rainha élfica Galadriel, temida por seu poder mas dotada de rara beleza e sabedoria. Nesse reino encantado, onde o tempo parece não passar, os viajantes recebem auxílio e conselhos. 


Após algumas semanas de descanso, a Sociedade/Irmandade do Anel agora liderada por Aragorn, parte de Lothlorien em direção ao Sul, navegando pelo grande rio Anduin em canoas construídas pelos elfos da Floresta Dourada. Quando param para descansar próximo às cataratas de Rauros, Boromir tem uma discussão com Frodo, e tenta roubar-lhe o Anel do Poder. Frodo foge e decide ir sozinho para Mordor, mas acaba levando Sam. Quando os outros membros da Sociedade/Irmandade do Anel vão em busca de Frodo, são atacados por Uruk-hai (sub-espécie de Orc, mais alta e forte) enviados por Saruman, um mago renegado que se aliou a Sauron, mas que também ambiciona o Anel do Poder.


Na luta que se segue, a Sociedade/Irmandade é rompida: Merry e Pippin são capturados pelos Uruk-hai, Boromir morre ao defendê-los; Aragorn, Legolas e Gimli decidem resgatar os hobbits aprisionados, além de Frodo e Sam, que partem sozinhos para a Montanha da Perdição.

Melkor



Melkor, também chamado de Morgoth Bauglir, é um personagem fictício da Terra Média criada por J. R. R. Tolkien. Ele é o principal antagonista de O Silmarillion, figuras em Os Filhos de Húrin, e é mencionado brevemente em O Senhor dos Anéis. Em Quenya significa "aquele que se ergue em poder". Sobre ele Tolkien escreveu: "À medida que cresceu em malícia, e transmitiu o mal que concebia na forma de mentiras e criaturas de perversidade, seu poder passou para elas e se dispersou, e ele próprio tornou-se cada vez mais ligado à terra, relutante em sair de seus obscuros baluartes".

No início Melkor foi o maior dos Ainur. Ele dividia poder com Manwë, mas se ressentia com a preferência que Ilúvatar dava a seu irmão. Manwë, entretanto, era mais próximo dos pensamentos de Ilúvatar, enquanto que Melkor não conseguia trabalhar no esquema prescrito por Eru, o Único. Quando os Ainur cantaram a Grande Música, Melkor introduziu a dissonância, e foi severamente repreendido por Eru Ilúvatar.


Melkor desejava ser onipotente e criar de acordo com seus próprios desejos, e não de acordo com a visão de Ilúvatar. Como Aulë, Melkor amava fazer coisas e deleitava-se com a adoração que recebia por suas obras. Mas foi mais longe que Aulë e, depois de entrar em Eä, ele abertamente se rebelou e quis tomá-la para sí e moldá-la a sua vontade. Abandonando seu compromisso com Ilúvatar, Melkor se tornou um Vala caído e seu nome não é proferido entre os Aratar.

Ele é conhecido como Morgoth, "o Sinistro Inimigo do Mundo", nome que foi dado por Fëanor antes dos Noldor deixarem as Terras Imortais e da Condenação de Mandos.

Melkor, tanto antes da chegada dos Primogênitos quanto em sua permanência nas fortalezas de Utumno e Angband, corrompeu diversos seres, dentre eles maiar como Sauron e elfos como Maeglin, roubou as Silmarils de Fëanor e espalhou sua maldade por toda a Terra-média, além de ter matado aquela que é considerada uma das maiores obras dos Valar: as Duas Árvores de Valinor.

Sua participação principal na história de O Silmarillion é em relação às próprias Silmarils. As três ele roubou do cofre de Fëanor e as engastou em sua corôa de ferro, que embora esta lhe pesasse muitíssimo, ele não tirava. Em torno das Silmarils desenvolve-se todo o Quenta Silmarillion, que conta como elas foram roubadas, e a sua história até seu fim.



Durante uma das Guerras diretas entre os Valar e Melkor, quando foram destruídas as Lamparinas dos Valar que iluminavam a Terra-média. Foi então que Yavanna criou as Duas Árvores de Valinor , Telperion e Laurelin , e estas geravam luz que passou a iluminar toda a Terra-Média e esta foi a maior criação dos Valar. Foi então que Mandos E com a seiva que saía dessas árvores Yavanna criou as estrelas, depois de Mandos profetizar o Despertar dos Filhos de Eru/Iluvatar em local desconhecido pelos Valar e em tempo desconhecido. Para evitar que os Primogênitos de Iluvatar fossem vítimas de Melkor, assim que foram encontrados por Oromë, os Valar entraram em combate contra Melkor, devastaram Utumno, parcialmente, pois Sauron e outros servos escaparam em suas profundezas ocultas, e aprisionaram o ex-Vala nas Prisões de Mandos, de onde nem mesmo um Vala pode escapar.


Ocorreu que depois de passadas 3 eras, durante a Primavera de Valinor,cumprindo sua promessa, Manwë mandou trazer Melkor à sua presença frente ao Trono dos Valar onde foi dominado por ódio e inveja ao ver a riqueza e boaventura da convivência com os Eldar, aos que ele culpava pela repentina mudança na atitude de ação dos Valar que levou ao seu aprisionamento! Ocultou então seus sentimentos, e auxiliado por Nienna uma Valië que ainda acreditava nele, frente aos Portões de Valmar fingiu arrependimento e humilhar-se em busca de perdão e liberdade. Manwë, ingênuamente, concede a Melkor perdão mas o mantém sob vigilância constante no Reino de Valinor e Ulmo e Tulkas, seus maiores desafetos dentre os Valar, e sem nenhum aviso de Mandos.



Enquanto sofreu vigilância e esteve livre em Valinor, Melkor pareceu agir como se tivesse recuperado de sua maldade. Ao menos, isso ele fez parecer. E enquanto dava conselho aos que o procuravam, muitos aprenderam com ele, e também foram vítimas de mentiras implantadas com tal maestria, que quem as ouvia podia jurar que havia brotado de seu próprio pensamento. E a vítima dessas mentiras geralmente era Fëanor, ao qual invejava, odiava e cobiçava suas amadas Jóias, as Silmarilli.



Melkor conseguiu provocar conflito entre Fëanor e seu meio-irmão Fingolfin que depois de ser ameaçado pelo irmão com sua espada foi punido com um êxilio de 12 anos longe de Valinor. Ficou-se sabendo depois o motivo da discórdia, mas ao procurarem Melkor para puní-lo, este já havia tomado a forma de uma tempestade e fugido de colina a colina da perseguição de Tulkas. Retornou a aparecer em Formenos e tentou se passar por amigo de Fëanor, ainda magoado com a decisão dos Valar, dizendo que tudo o que ele havia dito era, como o elfo havia visto, a pura verdade, e que o ajudaria a fugir para as terras fora das muralhas daqueles que o puniram injustamente. Foi expulso por um elfo revoltado, que provocado, conseguiu penetrar a mente de Melkor, com um olhar de chamas, percebeu nele seu desejo pelas Silmarilli, ao falar que na terra dos Valar suas Jóias lhe seriam roubadas.



Foi ao encontro de Ungoliant para vingar-se. Tendo essa sinistra ajuda, Melkor aproveita-se que os Valar estão festejando juntamente com todos os elfos, incluindo Fëanor, e invade Valinor. Ataca as Duas Árvores de Valinor com uma lança, fazendo derramar suas seivas luminosas, que foram sugadas por Ungoliant, envenenando e matando-as. Depois Ungoliant ainda suga os jarros em que eram guardados suas seivas, tornando-a gigantesca e pavorosa até mesmo para Melkor, que é envolvido numa teia de escuridão, e levado para fora de Valinor em fuga. Melkor passa por Formenos e rouba as Silmarilli, mata Finwë que tentava defendê-las. Mais tarde, já na Terra-Média, Melkor é atacado por Ungoliant que deseja cumprimento do acordo de lhe dar as jóias que haviam roubado e o ex-Vala só escapa com a ajuda dos Balrogs, que ao ouvirem seu grito, partem ao seu auxilio para o local que ficou conhecido como Lammoth. Melkor foi salvo, mas por segurar com as mãos nuas as Silmarilli, que eram consagradas e que nenhuma criatura malévola poderia segurá-las sem que se queimasse em castigo, teve a mão enegracida, e por isso também foi chamado de O Mão Negra



Melkor foi preso por uma corrente feita por Aulë (chamada Angainor) e levado a julgamento diante de Manwë, que o sentenciou prisão nas Prisões de Mandos, de onde nada nem ninguém pode escapar. Quando foi libertado, encontrou os Valar e Elfos em grande harmonia e voltou a cometer maldades, e em outra guerra, foi novamente preso com Angainor, sua coroa foi batida à guisa de coleira, seus pés foram decepados, as Silmarils lhe arrancaram e foi empurrado pelos próprios Valar pela Porta da Noite, para o Vazio eterno. Seu retorno está previsto na Dagor Dagorath.

Era das Lâmpadas




Após o período da Criação e Formação de Arda, Tolkien nos fala de um perído tranqüilo chamado As Eras das Lâmpadas quando, a despeito das cicatrizes deixadas em Arda na Primeira Guerra, os Valar encheram o mundo com maravilhas naturais de grande beleza e harmonia. Estas Eras foram chamadas assim, devido aos Valar terem construído duas Lâmpadas mágicas colossais com as quais iluminaram o mundo


Foi o Vala chamado Aulë o Ferreiro quem forjou seus recipientes, enquanto a Rainha das Estrelas, Varda, e o Rei dos Ventos, Manwë, encheram-nos de luz e tornaram-nos radiantes. Foi necessário o poder combinado dos outros Valar para elevar cada uma delas sobre um poderoso pilar, muito mais alto que qualquer montanha. Uma Lâmpada foi colocada a norte da Terra Média, foi chamada Illuin e ficava alinhada com o centro da margem de um mar interno chamada Helcar. A outra foi colocada no Sul, era chamada Ormal e ficava alinhada com o centro da margem sul do mar interno, chamada Ringil.
Durante as Eras das Lâmpadas o Primeiro Reino dos Valar, na ilha de Almaren, foi construído no Grande Lago (o mar interno), na parte mais central de Arda. Povoado pelas lindas mansões e torres dos Valar e Maiar, era uma maravilha de se admirar, e o mundo era cheio de alegria e luz.
Este foi um período muito tranqüilo que também foi chamado de Primavera de Arda, quando Yavanna a Frutífera trouxe as grandes florestas e as vastas campinas e muitos animais e criaturas dóceis e belas para a terra e rios.


Mas Almaren não foi o único reino construído neste período. Longe ao sul, os espíritos maus dos Maiar uma vez mais se reuniram, e Melkor outra vez entrou em Arda. Em segredo, enquanto os Valar descansavam de seus trabalhos, Melkor ergueu as vastas Montanhas de Ferro como um poderoso muro através das terras do norte e contruiu debaixo delas uma fortaleza do mal, chamada Utumno. Daquele refúgio ele começou a corromper os trabalhos dos Valar, e venenos espalharam-se pelas águas e florestas. As belas criaturas de Yavanna foram distorcidas e torturadas até ficarem monstruosas e cheias de um desejo por sangue.


Por fim, quando ele achou que tivesse ficado forte o bastante, Melkor veio abertamente com seu exécito do mal a abriu guerra contra os Valar. Pegando-os despreparados, ele derrubou os pilares das Grandes Lâmpadas, de tal forma que as montanhas se partiram e a chama consumidora das lâmpadas espalhou-se por todo o mundo. No tumulto o reino de Almaren foi totalmente destruido.
Neste terrível conflito a Primavera de Arda chegou ao fim, e o mundo uma vez mais foi jogado na escuridão, exceto pelos fogos destrutivos da terra, o tumulto dos terremotos e o correr das águas. Estes poderosos levantes requeriram todas as forças das tropas dos Valar para serem controladas, ou então o mundo todo seria destruído. Em vez de dar combate a Melkor em meio a tamanha confusão e causar ainda maior destruição, os Valar abandonaram Almarem e a Terra Média de uma vez. Eles foram para o extremo oeste, para o grande continente de Aman que mais tarde foi chamado de Terras Imortais. Então as Eras das Lâmpadas chegaram ao fim com os Valar estabelecendo seu novo Reino no oeste, enquanto as terras destroçadas da Terra Média foram deixadas sob o domínio do poder malígno de Melkor.

A Sociedade do Anel - Parte I



Frodo Bolseiro é um hobbit do Condado, que recebe de seu tio Bilbo um anel de rara beleza. Esse anel tem uma longa história: foi roubado de uma criatura chamada Gollum (como relatado no livro O Hobbit), e desde então ele tem sido guardado por Bilbo.


O Mago Gandalf, um velho amigo de Bilbo, percebe o poder que aquele anel possui, não sendo um anel comum, mas sim o Um Anel, artefato mágico forjado por Sauron, o Senhor do Escuro, e que fora perdido numa batalha muito tempo antes. Se recuperado, o Um Anel permitiria a Sauron o domínio definitivo sobre toda a Terra-média. O Um Anel, ou Anel do Poder, dera longevidade fora do comum a seu antigo dono, Bilbo, e possuia consciência, uma vontade própria que o conduzia sempre na direção do seu criador e senhor. Gandalf aconselha Bilbo a deixar o Condado, planejado para ocorrer até a festa de aniversário daquele ano. Gandalf parte, para resolver alguns assuntos, mas combinando que voltaria para acompanhar Frodo, porém, não manda notícias durante vários meses. Chegando a data prevista, Bilbo decide deixar o Condado e deixa tudo para Frodo. Depois de um tempo, Gandalf retorna e convence Frodo a partir para destruir o anel, após vender Bolsão,Frodo leva consigo seus amigos Sam, Merry e Pippin para sua aventura.


Os hobbits resolvem pegar um atalho que passa através da Floresta Velha, lar de árvores que se comunicam entre si. Dentro da Floresta, os hobbits são salvos de uma árvore violenta por um estranho ser que adora cantar: o enigmático Tom Bombadil, um dos maiores mistérios de Tolkien.


Passando por outros perigos, os hobbits chegam a Bree, uma vila habitada por Homens e hobbits, perto da fronteira do Condado, e lá aceitam a ajuda de um Guardião chamado Passolargo, amigo de Gandalf, que os guia até Rivendell, um reino ainda habitado por elfos, seres imortais, detentores de grande poder, beleza e sabedoria. Mas o caminho ainda é perigoso: o grupo é emboscado no Topo do Vento e Frodo acaba apunhalado por um Nazgûl, Espectro do Anel. Passolargo consegue repelir a ofensiva do Inimigo e foge com Frodo, que está gravemente ferido, e os outros hobbits. Quando estão a ser novamente alcançados pelos Espectros do Anel, o elfo Glorfindel encontra-os e condu-los em segurança até Valfenda. Os Nazgûl tentam detê-los mas são varridos pela inundação súbita do rio Baraduin.

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